Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Fernando Ferro(PT-PE), que amplia o projeto, fazendo-o abranger também escolas denível médio, instituições particulares de ensino, escolas técnicas federais e centros vocacionais tecnológicos.
Além disso, o substitutivo permite a outorga de mais de uma emissora para universidades que tenham mais de um campus; e prevê apossibilidade das universidades operarem canal próprio de televisão educativa.
Importante suporte o relator argumenta que muitas escolas de nível médio, em especial as públicas, situam-se em regiões carentes de infra-estrutura.
Para essas regiões, diz Fernando Ferro, a emissora de rádio da escola será um importante suporte para acelerar o processo de desenvolvimentosócio-econômico.
Pelo substitutivo, a entidade de ensino particular que quiser operaruma rádio comunitária deverá comprometer- se a dar preferência afinalidades educativas, artísticas, culturais e informativas.
"Essas mudanças modernizadoras no marco legal vigente vão enriquecer aeducação, a cultura e a cidadania no País", resume Fernando Ferro.
Preparação acadêmica Segundo o autor, deputado Russomanno, o objetivo do projeto é contribuir para a preparação acadêmica e para o aperfeiçoamento profissional do estudante.
A legislação vigente já autoriza asuniversidades a operar emissoras educativas. Mas os altos custos deuma rádio educativa, diz Russomanno, inviabilizam o seu funcionamentonas instituições de ensino públicas.
A rádio comunitária, mais barata,é mais compatível com a realidade universitária, argumenta o autor doprojeto.
TramitaçãoA proposta já havia sido rejeitada pela Comissão de Educação eCultura.
Agora, ela segue para o exame da Comissão de Constituição eJustiça e de Cidadania.
Se aprovada, vai à votação em plenário
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