Ativista Social & Politico é um blog dedicado a compartilhamentos de ideias sobre questões sociais.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Manifestação contra o ex-presidente Lula e o PT
Uma manifestação contra o ex-presidente Lula e o PT reuniu 20 pessoas na avenida Paulista, em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), na tarde deste domingo (13) em São Paulo.
O encontro, marcado via redes sociais, tinha como um dos lemas "Mexeu com o Brasil, mexeu comigo. Por um Brasil sem LULA/PT" e associava Lula ao processo do mensalão.
Os manifestantes entoavam gritos e seguravam faixas contra o partido e o ex-presidente Lula.
O professor Antonio da Silva Ortega, 60, dizia ter nojo do PT. "Estou aqui porque não quero que o Brasil vire uma Venezuela ou Cuba, mas não sou de nenhum partido."
A professora aposentada Miriam Tebet veio de Ribeirão Preto para a manifestação. Descrevendo-se como "PTfóbica", afirmava no início do evento que mais pessoas poderiam comparecer. "Mas não esqueço o país em que vivo", completou.
Cerca de 1.800 pessoas haviam confirmado presença no protesto no Facebook. A "OCC - Organização de Combate à Corrupção" foi uma das principais organizadoras do evento.
A psicóloga Marta Abdo, 55, passava pelo local e disse estranhar a "timidez" dos manifestantes. "Parece meia dúzia de pessoas paradas, sem organização alguma."
A auxiliar de almoxarifado Ângela Pires da Silva, 25, afirmou que "achava engraçado aquele pessoal parado".
Já o aposentado Carim Facuri, 61, disse que via no protesto "uma bela surpresa a favor da honestidade".
O vendedor de artesanato Antonio José da Silva, 48, dizia acreditar que o protesto fora organizado por algum partido antiPT.
Fonte: DANIEL VASQUES/Folha de São Paulo
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Cobrador Queimados
Selecioamos para trabalhar em uma conceituada empresa onibus.
COBRADORES DE ÔNIBUS
Pessoa com Deficiencia(apenas pessoa com deficiencia) -
Salario+beneficios
Sexo: Indiferente
Candidatos deverão ligar para 3699-3461 falar com Sirlene Marquiori ou Junio Coelho para marcar entrevista.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Stress e Problemas Orais...
“Correr contra o tempo”! Hoje, é o ditado mais utilizado no dia a dia das pessoas. Reuniões, trânsito, excesso de responsabilidade são fatores presentes e que resultam em falta de tempo, consequentemente, em estresse. No entanto, a agitação decorrente de pressões diárias pode gerar um hábito parafuncional de ranger os dentes involuntariamente, o bruxismo.
As causas do ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes, normalmente, estão relacionadas a fatores psicológicos como tensão emocional, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo, frustrações, estresse emocional e físico e também o mau posicionamento dental.Dores de cabeça e mandibulares são os principais sintomas desse distúrbio que pode se manifestar durante o dia ou noite, geralmente, durante o sono. No entanto, também pode acarretar outros tipos de problemas. “Desgaste dental, os dentes podem ficar soltos, destruição e sangramento do tecido da gengiva”.
O bruxismo pode ser pertinente em todas as faixas etárias e em ambos os sexos. O tratamento mais utilizado é o uso de uma placa estabilizadora de resina acrílica que protege os dentes, alivia o sistema mastigatório durante as crises de ranger os dentes, além de reduzir a atividade elétrica muscular causadora da tensão dos músculos mastigatório.
“Essa disfunção oral não é congênita, mas crianças com excesso de atividade e que passaram por problemas psicológicos (traumas, brigas de famílias ou quando são muito cobradas pela sociedade ou pelos familiares) tem muita possibilidade de desenvolver o bruxismo”.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
50 Mil Reais Lavando Pratos...
A família real britânica publicou um anúncio em seu site oficial oferecendo uma vaga de emprego na "área de limpeza" das cozinhas e restaurantes da monarquia. A função essencial é zelar pela louça após as refeições da realeza. A vaga, para apenas três meses de trabalho nos palácios fora de Londres, tem salário anual equivalente a R$ 50 mil.
Fonte: Folha de São Paulo
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Ultimamente, discute-se muito sobre a violência nas escolas e o papel do educador diante dessa problemática.
Viemos de um passado violento, cujo regime autoritário e ditador nos mutilaram em todos os aspectos sociais e depois de conquistada a democracia, ainda assim, a sociedade privilegia alguns e outros não e essa desigualdade e individualismo fazem prevalecer a lei do mais forte e a cultura de levar vantagem em tudo. Esse comportamento, tem gerado intolerância e violência.
As brincadeiras, programas infantis, futebol, noticiários, tudo nos meios de comunicação mostram atos de violência da sociedade em geral.
Dentro desse contexto e com a ausência dos pais que saem para trabalhar, salvo ainda os que levam a violência dentro dos lares num cotidiano que invade os direitos e proteção às crianças que a família teria como obrigação preservar.
Reflete nas escolas essa deseducação e desrespeito que, infelizmente, o educador não está preparado para controlar e lidar com essa indisciplina que se instalou dentro das salas de aulas e então munidos de autoritarismo, medem forças com essa violência tratando-os com rispidez como se eles, detentores do poder, pudessem ter atitudes desrespeitosas e constrangedoras para com seus alunos.
O corporativismo que há entre eles, permite que abandonem suas obrigações para apenas cumprirem presença e, ao invés de empenharem-se para o desenvolvimento de dinâmicas que promovam um melhor entrosamento entre os envolvidos nesse processo que é o da aprendizagem, respeitando a insatisfação deles e assumindo o papel de professor através do diálogo, usando a palavra, sua ferramenta de trabalho, envolvendo também nos projetos educativos, a família e a comunidade.
Desgastado pela própria condição atual do ensino onde o Estado, incessantemente, vem alterando o currículo escolar mas, sem acompanhamento de sua eficácia, inclinando-se a dados estatísticos que somente demonstra o número de alunos que saem das escolas mas sem a preocupação da formação de caráter, mudanças de hábitos e valores.
A escola tem reproduzido um modelo onde o professor, pela falta do cumprimento das leis, falta de condições materiais e os baixos salários por parte do governo, vem corrompendo seus valores éticos e morais. Para mudar esse quadro, a relação entre o professor, aluno, gestores, família e comunidades devem ter entrosamento para que, fortalecidos pela união e através da solidariedade, contribuam com o avanço da democracia.
Como sair desse ciclo que há tempos vem colocando as crianças, jovens e suas famílias, na humilhante condição de vítimas.
A escola que é um importante espaço onde esse círculo vicioso deveria ser quebrado, no qual o papel do educador é chamar o aluno para si exercendo nele seu dever, lutando para que seja assegurado a ele, seu direito constitucional que é o de aprender, reparando-o da exclusão social.
O fracasso escolar, embora resultante de uma grande parcela de culpa do próprio Estado, causado pela corrupção, falta de interesse por escolas mais atualizadas, práticas de atividades educativas e incentivo ao corpo docente e discente, proporcionando a todos os envolvidos, uma melhor capacitação.
Pela falta de comprometimento de tirar o aluno da resignação e apatia e motivá-los a indignação perante a violência que é exercida sobre ele, pelo descaso de dar aos jovens, o poder de raciocinar para que saibam escolher e discernir, sentirem a diferença entre força bruta e gentileza e fazê-los enxergarem que, embora exija dele próprio um maior esforço, isso o tornará capaz de pensar e falar.
Enquanto o ensino atuar nesse processo de exclusão que faz com que a maioria da juventude não tenha participação política, econômica, social, cultural e pela falta de acesso a verdadeira educação, seguirão para o caminho do crime.
O professor, coordenador, diretor e demais participantes embora saibam que fazem parte de um sistema onde a vontade política prevalece, não os isenta do dever de por sua opção profissional, levarem esse desafio juramentado, que está em suas mãos a agirem como o bom marinheiro em sua missão que não abandona o barco e sua tripulação, enquanto houver chance de salvar vidas...
Mesmo que a todos, pareça pura utopia!
Texto retirado no JORNAL GAZETA VALEPARAIBANA
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
VALE CULTURA - com a sanção presidencial, o Vale Cultura passa a valer a partir de 2013. Se o MinC trabalhar rapidamente, em seis meses estará efetivado, assegurando R$ 50 p/ tod@s trabalhadores que recebem até 5 salários mínimos; isso representará aproximadamente R$ 7,5 bilhões em recursos novos p/ a Cultura (p/ comparar: a lei Rouanet agrega R$ 1,5 bilhão/ano), um acrescimo e tanto! E com uma vantagem, a entrada do recurso será pelo consumo e não por patrocínio, o que vai pulverizar e descentralizar o acesso aos recursos.
Em bairros distantes nas grandes cidades, assim como em municípios de médio porte, o impacto será enorme. Fiz um cálculo rápido, apenas para exemplificar: uma cidade com 80.000 habitantes deve ter 10.000 pessoas com acesso ao Vale Cultura, isso representa R$ 500 mil/mês, ou R$ 6 milhões/ano; um bairro como Cidade Tiradentes, na periferia de SP, com 300 mil habitantes, deve ter entre 40 e 50 mil pessoas com acesso ao Vale (entre R$ 25 a R$ 20 milhões/ano). Atualmente são raras as cidades ou bairros nestas condições que contam com salas de cinema, livrarias ou teatro.
Com o Vale Cultura haverá uma nova fonte de recursos a ativar o consumo local; como e onde essas pessoas irão gastar o Vale Cultura? Claro que muitas poderão ser capturadas pela indústria cultural e eventos de qualidade duvidosa, assim como poderão consumir em outros lugares, que não o de suas maradias, mas se houver uma ação efetiva dos agentes culturais comprometidos (como Pontos de Cultura) e gestores públicos, esses recursos poderão ser utilizados para ativar todo um novo circuito de produção e circulação da cultura. Empreendedores poderão se sentir estimulados a abrir salas de cinema, teatros ou livrarias, coletivos artísticos poderão oferecer espetáculos de boa qualidade e a bom preço, assim como oficinas culturais. Lembro da Claudia Borges Guarani-Kaiowá falando que o custo de um curso de música ou dança no Ponto de Cultura de Santa Fé do Sul (SP, fronteira com o MS, às margens do rio paraná) é de R$ 15 por criança, que agora poderá ser pago com o Vale Cultura; assim como espetáculos realizados em Pontos de Cultura, que se colocarem o ingresso a R$ 5 permitirão que uma família com 5 pessoas poderá se se sentir estimulada a frequentar mensalmente um espetáculo de teatro infantil, ou música, ou teatro (dará para assegurar dois espetáculos por més ). Ainda como exemplo, se o Ponto de Cultura Pombas Urbanas, conseguir oferecer atividades que arrecadem 1% do total do Vale Cultura disponível na Cidade Tiradentes, conseguirão acesso a R$ 300 mil/ano, conquistando sua tão sonhada sustentabilidade, e com muito menos burocracia ou necessidade de intermediação junto às empresas patrocinadoras. Enfim, com o Vale Cultura, uma grande avenida se abre à produção, circulação e acesso aos recursos e aos bens organizados da Cultura.
Por fim, reitero meus parabéns às pessoas que foram fundamentais em todo este processo, em especial à Jandira Feghali (como competente presidente da Frente Parlamentar da Cultura), à ministra Marta Suplicy (por ter conseguido "destravar" a lei), ao ex-ministro Juca Ferreira, Alfredo Manevy e Danilo Zimbres e a tod@s que contribuíram para a construção de um novo tripé (Lei Rouanet, via renúncia fiscal e financiamento da produção cultural/Fundo Público, via programas como o Cultura Viva e os Pontos de Cultura / Vale Cultura, via acesso ao consumo direto da população) do financiamento público da Cultura no Brasil. Da minha parte, estou feliz em ter contribuído com esta construção.
Texto fragmentado de Célio Turino
Assinar:
Postagens (Atom)




