quarta-feira, 24 de junho de 2009

Prova para PM do RJ


Prova para PM do RJ

*MATEMÁTICA**


1) Responda: 200 gramas de cocaína equivalem a:

(a) Uma cervejinha.
(b) Uma cervejinha e um Omega 0 km.
(c) Uma caixa de cervejinhas, um Omega 0 km e uma cobertura em Ipanema.
(d) Uma tremenda rebordosa no dia seguinte.

2) Questão discursiva:

Um delegado de Polícia ganha quinze salários mínimos por mês e tem dois carros importados, quatro apartamentos na Zona Sul, uma fazenda em Mato Grosso, um avião a jato e uma conta na Suíça. Calcule quantas horas extras ele teve que fazer para conseguir esse patrimônio todo.


*PORTUGUÊS:**

1) Na oração: 'O X-9 me dedurou no tribunal', o sujeito é:

(a) Um filho da puta e tem mais é que morrer.
(b) Oculto, mas eu vou atrás dele, pois esse filho da puta tem mais é que morrer.
(c) Indeterminado, mas eu vou passar fogo nuns trastes de quem estou suspeitando, pois esses filhos da puta têm mais é que morrer.
(d) Inexistente, pois eu já matei o filho da puta que tinha mais é que morrer.


*FÍSICA**


1) A terceira lei de Newton é:

(a) Dois presuntos não podem ocupar o mesmo lugar na vala.
(b) Dois cadáveres não podem ocupar a mesma gaveta no IML.
(c) A toda ação dos traficantes corresponde uma corrupção no sentido contrário.
(d) Olho por olho, dente por dente.

2) Questão discursiva:

Um camburão do Bope parte de Duque de Caxias a 200 Km/h em direção a Vigário Geral. Ao mesmo tempo, uma BMW que acabou de ser roubada sai de Madureira a 340 Km/h. Sabendo-se que o coeficiente de atrito entre bandidos e policiais é nulo, calcule a merda que vai dar.




*QUÍMICA**


1) Um policial bêbado passou chumbo (Pb) no povo (PT) que já está cansado de levar ferro (Fe) no cobre (Cu). Qual o resultado desta mistura de elementos?

(a) Um editorial no New York Times
(b) Uma música do Caetano Veloso
(c) Uma passeata com um grupo de direito humanos
(d) Apenas rotina




*CONHECIMENTOS GERAIS**


Vão mudar o nome da cidade do Rio de Janeiro, (ex) Cidade Maravilhosa, que passará a se chamar Tiro de Janeiro, assinale com verdadeiro ou falso como serão o nome dos bairros:

( ) Fladengue
( ) Jardim do Pânico;
( ) Lebronx;
( ) Coca-bacana;
( ) Barra Pesada da Tijuca;
( ) Passafogo;
( ) Rec reio dos Traficantes;
( ) Ilha do Seqüestrador;
( ) Assalto da Boa vista;
( ) Piedade! Não me Mate!;
( ) Largo do Metralha;
( ) Corre, Velho!;
( ) Maria Desgraça;
( ) Del Gatilho;
( ) Tirojuca;
( ) Atiraí;
( ) Tiro comprido;
( ) Bem-não-fica;
( ) Estácio-nou, perdeu;
( ) Cacetete;
( ) Modureza;
( ) Senador morrerá;
( ) Honório Cruel;
( ) Ilha de Bagdá;
( ) Cidade Cova;
( ) Jerusaleme;
( ) Irajaque;
( ) Gaza-tiba;
( ) São Encurralado;
( ) Roubalengo.
( ) Engenho de dentro da bala
( ) Praça cheia de tiro
( ) Jacareparapapapapat ibum!!!!

História, teorias e estratégias nas organizações contemporâneas

Relações Públicas
Organizadora: Margarida M. Krohling Kunsch
Editora: Saraiva
Páginas: 528
Preço: R$75,00
" as vezes recomendamos um livro apenas porque uma pessoa que admiramos leu e gostou foi isso que aconteceu comigo, aida nao o li mas um grande amigo que goza da minha confiança e admiracao leu e gostou muito"

História, teorias e estratégias nas organizações contemporâneas

Organizado por Margarida M. Krohling Kunsch, a obra sinaliza que as relações públicas entram no seu segundo século como disciplina acadêmica já bastante solidificada e um campo profissional de múltiplas perspectivas. O livro representa mais um passo na formação de uma teoria brasileira de relações públicas. Os textos que se oferecem ao leitor, expressando o pensamento e a vivência de dezenove autores em suas linhas de pesquisa e atuação, constituem valioso subsídio para o ensino de relações públicas nas escolas de comunicação e de administração, assim como para suas prática nas organizações de todo o País.

O conteúdo está dividido em cinco partes: "História das relações públicas no Brasil: institucionalização acadêmica e profissional"; "Teorias do pensamento brasileiro de relações públicas"; "Conceitos e aplicações das relações públicas nas organizações contemporâneas"; Estratégias, dimensões e gestão de relacionamento"; e "A dimensão pública e comunitária das relações públicas".

Segundo Kunsch, se avaliarmos a situação acadêmica e de mercado das relações públicas nos anos 1950, fica claro o seu avanço nas décadas posteriores. "Hoje, felizmente, podemos afirmar que já se consolida uma cultura de valorização da área em bases científicas, incorporadas progressivamente na formação universitária e nas práticas profissionais".

terça-feira, 23 de junho de 2009

A CANTADA DO ANO!




A CANTADA DO ANO

ELE
:40 anos, executivo, senta-se na poltrona do avião
com destino a New York e, maravilha-se, com uma deusa
sentada junto à janela.
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas.

- Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
- A
hhh...E a que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas
e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras.  
-Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas  não  sei o seu nome...???

- Muito prazer,
Mohammed Pataxó!

sábado, 20 de junho de 2009


Recebi esse e-mail do Ministerio da Educação e decidi dividir com você.
Prezado bolsista do Prouni:É com grande satisfação que estamos lhe encaminhando um link com a repercussão na mídia da pesquisa do INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, Anísio Teixeira. Este levantamento mostra a performance dos alunos bolsistas do Prouni no ENADE, Exame Nacional de Desempenho Escolar, e comprova o empenho de todos na busca do conhecimento. Para nós do Ministério da Educação é um orgulho e uma satisfação. Por isso mesmo renovamos nossos votos de bom aproveitamento e recomendamos a leitura do arquivo abaixo. Link: Repercussão na mídiaMinistério da Educação

terça-feira, 9 de junho de 2009


Achei interessante e repasso mesmo nao acreditando plenamente... pra dizer a verdade nao acredito, mas como a fonte que me passou merece credito ai vai!:

DA POLICIA FEDERAL para o seu conhecimento.

SE VOCÊ TIVER INFORTÚNIO DE SER VÍTIMA DE UM SEQÜESTRO-RELÂMPAGO, E TIVER QUE SACAR DINHEIRO NUM CAIXA ELETRÔNICO, MANTENHA A CALMA E TECLE SUA SENHA DE MANEIRA INVERSA!
POR EXEMPLO, SE SUA SENHA FOR 1234, VOCE TECLA 4321.

O CAIXA ELETRÔNICOVAI TE DAR O DINHEIRO, MAS VAI AVISAR A POLICIA, POIS DIGITAR UMA SENHA INVERTIDA ACIONA O MECANISMO DE EMERGÊNCIA!
POR FAVOR, PASSE A TODOS, ISSO E MUITO IMPORTANTE E A MAIORIA DAS PESSOAS AINDA NÃO SABE DISSO.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Nova GM por Michael Moore

michaelMoore_hmed_
Escrevo na manhã que marca o fim da toda-poderosa General Motors. Quando chegar a noite, o Presidente dos Estados Unidos terá oficializado o ato: a General Motors, como conhecemos, terá chegado ao fim.
Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares cheios de ansiedade a respeito do futuro da GM e da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estão abandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em uma cidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria?
É com triste ironia que a empresa que inventou a "obsolescência programada" – a decisão de construir carros que se destroem em poucos anos, assim o consumidor tem que comprar outro – tenha se tornado ela mesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o público queria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah, e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutou aguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e de segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os "inferiores" carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrão para os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalho sindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para "melhorar" sua produtividade a curto prazo.
No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes, milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outros países, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadores americanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda de tantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte dos compradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesma maneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento do sistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaram chumbo em seus aquedutos.
Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo ainda não está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazer da vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal, trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física e mental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas que cresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21 mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam o emprego.
Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros! Eu sei, eu sei – quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa de carros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostos jogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeito disso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosa infra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve ser prioridade máxima.
Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elas poderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energia alternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta que a melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala e ônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura se deixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obra especializada?
 
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Já que a GM será "reorganizada" pelo governo federal e pela corte de falências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dos trabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fiz o filme "Roger & Eu", onde tentava alertar as pessoas sobre o futuro da GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessem ouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse ter sido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideia seja considerada:
1. Assim como o Presidente Roosevelt fez depois do ataque a Pearl Harbor, o Presidente (Obama) deve dizer à nação que estamos em guerra e que devemos imediatamente converter nossas fábricas de carros em indústrias de transporte coletivo e veículos que usem energia alternativa. Em 1942, depois de alguns meses, a GM interrompeu sua produção de automóveis e adaptou suas linhas de montagem para construir aviões, tanques e metralhadoras. Esta conversão não levou muito tempo. Todos apoiaram. E os nazistas foram derrotados.
Estamos agora em um tipo diferente de guerra – uma guerra que nós travamos contra o ecossistema, conduzida pelos nossos líderes corporativos. Essa guerra tem duas frentes. Uma está em Detroit. Os produtos das fábricas da GM, Ford e Chrysler constituem hoje verdadeiras armas de destruição em massa, responsáveis pelas mudanças climáticas e pelo derretimento da calota polar.
As coisas que chamamos de "carros" podem ser divertidas de dirigir, mas se assemelham a adagas espetadas no coração da Mãe Natureza. Continuar a construir essas "coisas" irá levar à ruína a nossa espécie e boa parte do planeta.
A outra frente desta guerra está sendo bancada pela indústria do petróleo contra você e eu. Eles estão comprometidos a extrair todo o petróleo localizado debaixo da terra. Eles sabem que estão "chupando até o caroço". E como os madeireiros que ficaram milionários no começo do século 20, eles não estão nem aí para as futuras gerações.
Os barões do petróleo não estão contando ao público o que sabem ser verdade: que temos apenas mais algumas décadas de petróleo no planeta. À medida que esse dia se aproxima, é bom estar preparado para o surgimento de pessoas dispostas a matar e serem mortas por um litro de gasolina.
 
GMRollover02.430
Agora que o Presidente Obama tem o controle da GM, deve imediatamente converter suas fábricas para novos e necessários usos.
2. Não coloque mais US$30 bilhões nos cofres da GM para que ela continue a fabricar carros. Em vez disso, use este dinheiro para manter a força de trabalho empregada, assim eles poderão começar a construir os meios de transporte do século XXI.
3. Anuncie que teremos trens-bala cruzando o país em cinco anos. O Japão está celebrando o 45o aniversário do seu primeiro trem bala este ano. Agora eles já têm dezenas. A velocidade média: 265km/h. Média de atrasos nos trens: 30 segundos. Eles já têm esses trens há quase 5 décadas e nós não temos sequer um! O fato de já existir tecnologia capaz de nos transportar de Nova Iorque até Los Angeles em 17 horas de trem e que esta tecnologia não tenha sido usada é algo criminoso. Vamos contratar os desempregados para construir linhas de trem por todo o país. De Chicago até Detroit em menos de 2 horas. De Miami a Washington em menos de 7 horas. Denver a Dallas em 5h30. Isso pode ser feito agora.
4. Comece um programa para instalar linhas de bondes (veículos leves sobre trilhos) em todas as nossas cidades de tamanho médio. Construa esses trens nas fábricas da GM. E contrate mão-de-obra local para instalar e manter esse sistema funcionando.
5. Para as pessoas nas áreas rurais não servidas pelas linhas de bonde, faça com que as fábricas da GM construam ônibus energeticamente eficientes e limpos.
6. Por enquanto, algumas destas fábricas podem produzir carros híbridos ou elétricos (e suas baterias). Levará algum tempo para que as pessoas se acostumem às novas formas de se transportar, então se ainda teremos automóveis, que eles sejam melhores do que os atuais. Podemos começar a construir tudo isso nos próximos meses (não acredite em quem lhe disser que a adaptação das fábricas levará alguns anos – isso não é verdade)
7. Transforme algumas das fábricas abandonadas da GM em espaços para moinhos de vento, painéis solares e outras formas de energia alternativa. Precisamos de milhares de painéis solares imediatamente. E temos mão-de-obra capacitada a construí-los.
8. Dê incentivos fiscais àqueles que usem carros híbridos, ônibus ou trens. Também incentive os que convertem suas casas para usar energia alternativa.
9. Para ajudar a financiar este projeto, coloque US$ 2,00 de imposto em cada galão de gasolina. Isso irá fazer com que mais e mais pessoas convertam seus carros para modelos mais econômicos ou passem a usar as novas linhas de bondes que os antigos fabricantes de automóveis irão construir.
Bom, esse é um começo. Mas por favor, não salve a General Motors, já que uma versão reduzida da companhia não fará nada a não ser construir mais Chevys ou Cadillacs. Isso não é uma solução de longo prazo.
 
gm-ceo
Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a desistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agora é hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nos serviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantes drive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente – e no de trás também. Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascar ao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez através da janela de um carro na Highway 1. E agora isso chegou ao fim. É um novo dia e um novo século. O Presidente – e os sindicatos dos trabalhadores da indústria automobilística – devem aproveitar esse momento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste.
Ontem, a último sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da morte certa naquela noite e viveu por mais 97 anos.
Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as "Flint – Michigans" deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho que nós podemos fazer um trabalho melhor.