quarta-feira, 27 de maio de 2009

Será mesmo que você é substituível?



Recebi esse texto de uma amiga da faculdade não darei o credito a ela porque ela nao autorizou que eu o fizesse, mas o texto é muito bom... e tenho certeza que assim como eu você tambem se identificara com ele.

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala comsua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada umameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio aosilêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousafalar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar oatrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - encara-o o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheçoe achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas,no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro daorganização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por nolugar.Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? FrankSinatra? Garrincha? Santos Dumont?Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? PaulNewman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje oFlamengo está órfão de um Zico)?
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o quesabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto,são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionadopara alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reveremseus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento dasua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizandoenergia em reparar seus 'gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picassoera instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvisparanóico...O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras dearte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado deseus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe evoltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro.Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar asfraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líderque barraria Garrincha por ter as pernas torta s, Albert Einstein porter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão deleo mundo teria perdido todos esses talentos.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outrasmoradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena efalou mais ou menos assim:
"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmãoZacarias...e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... poisnosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certezaninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas possofazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei afazer o pouco que posso.O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceanoserá menor."